Wednesday, July 6, 2011

E chegou o verão!

E não é que já acabou o mês de junho? Mas também porque bati perna esse mês.



BAHAMAS

Depois de pouco mas de 3 meses, chegou a tão esperada viagem a Bahamas! Quinta-feira a noite a Sima deixou eu e a Juliana no aeroporto, lá encontramos a Janaína. Aeroporto estava vazio, foi rapidinho pra fazer o check-in. Enquanto o avião decolava deu um friozinho na barriga, não de medo, mas lembrando de quando tinha viajado de avião pela últimas vez, vindo pra cá, lembrando da cara dos meus pais e do Tony, na despedida no aeroporto...

No avião fiquei jogando dominó com a Juliana e lendo umas revista sobre viagem, que até levei pra casa. Descobri lugares lindo que quero conhecer na América Central, como Barbados, Jamaica, Punta Cana, Aruba... Viu, Tony? Vai se planejando, rs. A viagem até Miami durou um pouco mais de 2 horas. Pegamos um táxi e fomos pro hostel. Chegamos lá estava rolando um churrasco, um cara nos viu chegando e perguntou de onde éramos, então começou a gritar em inglês pra todo mundo: "Brasil, as brasileiras chegaram", que vergonha! Nos estávamos em 3 nesse dia, fizemos o check-in e fomos pro quarto, como era um hostel teríamos que dividir o quarto com mais gente. Nos mandaram para um quarto de 8 lugares, mas por engano na recepção as camas já estavam todas ocupadas, então nos mudaram para um quarto em que ficamos só nos 3. Nesse meio tempo conhecemos uma brasileira, a Verônica, que mora e estuda no México e estava de passagem pois ia visitar uma amiga. Fomos dar uma volta e encontrar o pessoal do hostel na praia, uma coisa bem de outro mundo, gente de toda parte.  Entre outros um espanhol que pretendia ficar mais um mês em Miami e ia procurar emprego no dia seguinte porque estava completamente sem dinheiro e um brasileiro que já morou em Londres e estava fazendo um tour pelos EUA e procurando uma escola de aviação lá em Miami.

No dia seguinte curtimos a praia de manhã, que diga-se de passagem é deslumbrante com águas límpidas e um lindíssimo calçadão beira-mar. No caminho da praia uma cena inusitada, uma gari limpando a rua usando um Nike que aí no Brasil deve custar uma fortuna, como é uma profissão que exige que se ande bastante, nada mais adequado, mas aonde no Brasil se vê essa cena?

Depois fomos para o porto. Bem rápido o embarque,  entramos no navio, deixamos as malas no quarto e fomos para a piscina. No segunda dia, lá estavamos: Bahamas! A vista da costa e do mar azulzinho eram a coisa mais linda, ainda mais porque era o cenário do meu café da manhã. Desembarcamos e fomos tentar descobrir como aproveitar aquele único dia lá. Pegamos um ferry boat e fomos para praia que disseram se a mais bonita, e de fato era! No caminho conhecemos um casal brasileiro que estava a passeio e passamos a tarde na praia. No fim da tarde passamos nas lojas perto do porto, voltamos para o navio para tomar banho e jantar e saimos de novo pra conhecer a noite. O porto apesar de ser em Nassau, a capital de Bahamas, não era muito perto da vida “noturna da cidade”, tinham uns 3 bares não muito cheios e perto de um deles, um “bobodromo” vários jovens bebendo, outros passando de carro com som alto, voltamos logo para o navio porque não pareceu muito seguro ali.

O domingo foi bem preguiço, comer e tomar sol. Na segunda desembarcamos cedo. Voltamos pro hostel, pagamos um pouquinho a mais pra não ter que dividir quarto com um monte de gente, passamos a tarde na praia e a noite fomos andar pra conhecer a cidade. Terça ficamos na praia mais um pouquinho e a tarde tomamos o caminho de casa, com uma dor no peito! Rs



ATLANTIC CITY

Voltei de Bahamas na terça, e no domingo já estava indo pra praia de novo, mas dessa vez com “minha família” e a trabalho. Fomos pra Atlantic City, uma mini Las Vegas com dezenas de cassinos e hotéis de luxo e uma penca de gente, as irmãs da Sima com os maridos, a mãe dela, a mãe do Ely. Foi gostoso porque não trabalhei muito, me trataram super bem, passeamos bastante, conheci um restaurante que imita uma floresta e assisti um show de luzes e água muito legais. Só um pouco estressante, muita gente pra entrar em consenso e nenhuma apostazinha já que tinha que tive que passar os dias à disposição, afinal estava a trabalho, e a noite tinha que ficar com as crianças pra não deixá-las dormindo sozinhos no apartamento enquanto todo munda gandaiava.

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